Featured

Conexões que movem negócios: por que agilidade, assertividade e acesso se tornaram ativos estratégicos

Felipe Felix

À frente da FF.Connection (Fast & Forward Connection Group) e como cofundador da Conflow, Felipe Felix aposta em um modelo no qual recrutamento, tecnologia, relacionamento e experiências internacionais deixam de ocupar universos separados e passam a fazer parte da mesma estratégia de crescimento.

Durante muito tempo, empresas trataram recrutamento como uma função essencialmente operacional: surge uma vaga, define-se um perfil, procuram-se candidatos e alguém é contratado.

Esse modelo continua existindo. Mas, para posições estratégicas e projetos ligados à tecnologia, ele já não parece suficiente.

Em um mercado no qual uma contratação pode acelerar — ou atrasar — uma transformação inteira, encontrar pessoas deixou de ser apenas uma questão de preencher cadeiras. Passou a ser uma questão de entender negócios.

É justamente nesse espaço que a FF.Connection, fundada pelo executivo e headhunter Felipe Felix, vem construindo sua atuação.

Especializada em recrutamento, a FF apresenta dois pilares: FF | Tactical, focada em vagas de Tecnologia e Inovação e a FF | Strategy, dedicada para cargos de liderança e posições estratégicas. A empresa trabalha com uma premissa simples: antes de procurar um currículo, é preciso compreender o desafio que aquela pessoa terá de resolver.

A experiência da FF.Connection inclui projetosnão só no Brasil, mas também nos EUA, Portugal, Austria e Argentina, atendendo empresas como BTG Pactual, BASF, Porto Seguro, Evidia Health, Evernex e Barte, além de outras organizações de diferentes setores e estágios de maturidade.

Mais do que uma lista de marcas, esse portfólio ajuda a explicar uma mudança importante no mercado.

Hoje, praticamente toda empresa é, em alguma medida, uma empresa de tecnologia.

Bancos disputam engenheiros de software. Indústrias precisam de especialistas em dados e automação. Empresas tradicionais criam produtos digitais. Startups precisam contratar executivos capazes de transformar crescimento em estrutura.

As fronteiras entre negócio e tecnologia ficaram menos claras. E o recrutamento precisou acompanhar essa transformação.

O headhunter precisa entender o negócio

Para Felipe Felix, uma das maiores mudanças no executive search está justamente na profundidade da conversa.

Encontrar um bom profissional no LinkedIn é relativamente fácil. Entender se aquela pessoa consegue atuar dentro da cultura, do momento e do desafio específico de uma companhia é outra história.

“Um currículo pode mostrar onde uma pessoa esteve. O nosso trabalho é entender onde ela consegue levar a empresa.”

É uma diferença aparentemente pequena, mas que muda a lógica do processo.

Em posições de liderança, por exemplo, experiência técnica é apenas uma parte da equação. É necessário compreender capacidade de influência, leitura de cenário, maturidade para tomada de decisão e compatibilidade com o estágio da organização.

Em tecnologia, o desafio ganha outra camada.

Não basta buscar alguém que domine determinada linguagem, arquitetura ou ferramenta. É preciso entender o contexto do produto, a estrutura existente, o nível de maturidade tecnológica da companhia e aquilo que precisa ser construído nos próximos anos.

Por isso, a FF.Connection procura atuar menos como fornecedora de currículos e mais como uma extensão estratégica das empresas que atende.

Da agenda de contatos para uma rede de oportunidades

O próprio nome FF.Connection entrega outra parte dessa visão.

Conexão, nesse caso, não significa simplesmente conhecer muita gente. Significa conseguir aproximar pessoas que provavelmente teriam dificuldade de se encontrar pelos caminhos tradicionais.

Executivos e empresas. Fundadores e talentos. Tecnologia e negócios. Capital e oportunidades.

Essa lógica também explica o segundo movimento de Felipe: a criação da Conflow, empresa da qual é cofundador ao lado de Caetano Maffra e Aline Bak, onde organizam missões empresariais e experiências internacionais para fundadores, C-Levels e líderes de grandes organizações.

A proposta é levar grupos selecionados para alguns dos principais ecossistemas de inovação e negócios do mundo, criando uma agenda que combina conteúdo, relacionamento e acesso a empresas, executivos e novas referências de mercado.

Mais do que viagens corporativas, são experiências desenhadas para provocar conversas que dificilmente aconteceriam dentro de uma sala de reunião tradicional.

Destinos e eventos internacionais como SXSW, nos Estados Unidos, e Web Summit, em Portugal, fazem parte desse universo.

Se a FF.Connection aproxima empresas das pessoas capazes de transformar seus negócios, a Conflow aproxima líderes dos ambientes, ideias e relações capazes de transformar a maneira como eles enxergam esses negócios.

O ativo invisível das empresas

Existe uma obsessão compreensível das organizações por ativos mensuráveis: receita, margem, tecnologia, dados, propriedade intelectual e participação de mercado.

Mas uma parcela importante do valor de uma empresa continua dependendo de algo muito mais difícil de colocar em uma planilha: quem ela consegue acessar.

Quem atende sua ligação. Quem aceita uma reunião. Quem recomenda seu nome. Quem apresenta você a uma oportunidade. Quem decide trabalhar na sua empresa.

Em mercados cada vez mais digitalizados, paradoxalmente, relações humanas qualificadas ganharam valor.

Inteligência artificial tornou a informação abundante. Plataformas tornaram contatos abundantes. Redes sociais tornaram exposição abundante. Mas confiança continua escassa.
Por isso, FF sempre destaca os dois R’s do momento: REPUTAÇÃO & RELACIONAMENTO.

Tecnologia aproxima. Confiança decide.

A inteligência artificial já está transformando profundamente o recrutamento.

Ferramentas conseguem mapear milhares de profissionais, cruzar competências, analisar mercados e acelerar tarefas que antes consumiam horas de trabalho.

Para uma empresa especializada em tecnologia como a FF.Connection, ignorar essa transformação seria contraditório.

Mas Felipe acredita que o avanço da IA tende a aumentar — e não diminuir — o valor da interpretação humana nos momentos mais importantes.

Quanto mais fácil fica encontrar alguém, mais importante se torna saber quem realmente deve ser encontrado.

Quanto mais informação existe sobre um profissional, mais valiosa fica a capacidade de interpretar contexto, motivação e potencial.

A tecnologia pode encontrar dez mil perfis. Mas ainda existe uma enorme diferença entre encontrar um nome e convencer um grande executivo de que vale a pena conversar sobre um novo capítulo da carreira.

O novo networking não é trocar cartões

A mesma transformação acontece no networking.

Durante anos, construir uma rede significou participar de eventos, acumular contatos e trocar cartões. Hoje, quantidade de conexões perdeu parte de seu significado.

Qualquer executivo pode ter milhares delas no LinkedIn. O verdadeiro diferencial passou a ser a qualidade do acesso.

É essa filosofia que conecta os dois negócios.

Na FF.Connection, o acesso se materializa na capacidade de aproximar empresas de talentos estratégicos. Na Conflow, na capacidade de colocar líderes em ambientes onde novas relações, referências e oportunidades podem surgir.

São negócios diferentes, mas construídos sobre o mesmo ativo: confiança.

O mundo voltou a valorizar quem conecta os pontos

Talvez a próxima vantagem competitiva das empresas não esteja apenas em possuir mais tecnologia, mais dados ou mais capital. Pode estar na capacidade de combinar esses recursos com as pessoas certas.

Porque estratégia não executa estratégia. Tecnologia não implementa tecnologia sozinha. Capital não cria cultura.

No fim, ainda são pessoas que transformam recursos em empresas relevantes. E são relações que fazem essas pessoas se encontrarem.

Para Felipe Felix, esse é o território no qual FF.Connection e Conflow pretendem crescer nos próximos anos: na interseção entre talento, tecnologia, negócios e acesso.

Em um mundo cada vez mais automatizado, conectar continua sendo profundamente humano. E talvez justamente por isso tenha se tornado tão valioso.

Felipe Felix

Fundador e CEO da FF.Connection, empresa especializada em recrutamento estratégico, executive search e profissionais para projetos de tecnologia, digital e inovação. Possui mais de 15 anos de experiência profissional, com trajetória ligada ao mercado de recrutamento e negócios.

Também é cofundador da Conflow, iniciativa voltada à realização de missões empresariais internacionais para fundadores, executivos e C-Levels, conectando lideranças brasileiras a ecossistemas globais de inovação, tecnologia e negócios.

@felipe.felix.ff

 

A Revista Perfil traz em suas páginas,
o retrato da trajetória das personalidades
locais, estaduais, nacionais e internacionais.
Pessoas que fizeram e fazem a diferença.

Somos um ecossistema de Comunicação e Networking!

Entre em contato

Revista Perfil

- +55 (54) 9 9127 8697
 

Search